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​ Seguradora Líder posiciona-se sobre propostas de fiscalização e controle da CDC e da CFFC

Publicado em quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Recentemente, a Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara Federal e a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) propuseram Propostas de Fiscalização e Controle  (PFC) que defendem a submissão da Seguradora Líder à fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

A Seguradora Líder já se posicionou, por meio de ofício destinado aos presidentes das duas Comissões, reforçando o seu compromisso com a transparência e enfatizando que está à total disposição das comissões para prestar quaisquer informações necessárias. “Entendemos que uma PFC não é o melhor caminho para promovermos essa cooperação e intercâmbio de informações, tendo em conta que a Seguradora Líder é uma empresa 100% privada, que administra recursos 100% privados, como asseverou o próprio TCU. Daí a razão dos ofícios: garantir que, não obstante a impossibilidade jurídica de uma PFC diretamente sobre a nossa Companhia, podem contar sempre conosco para quaisquer informações, dados, explicações, estudos e números que entenderem importantes sobre a gestão deste importante seguro social”, reforçou o diretor-presidente da Seguradora Líder, Ismar Tôrres.

 

Verificar a ocorrência de possíveis fraudes e irregularidades no uso dos recursos do Seguro DPVAT é um argumento utilizado pelas Comissões na proposição das PFCs. “Importante reforçar que nossos números, por si só, já demonstram o aprimoramento da malha fina de controles da Seguradora Líder”, endossa Tôrres. Foram evitadas perdas de R$ 741,3 milhões, entre janeiro e setembro de 2017, sendo R$ 178,9 milhões em indenizações indevidas não pagas; R$ 165,4 milhões em negativas técnicas; e R$ 397,0 milhões em ações judiciais ganhas (com julgamento do mérito), cujos pagamentos, se efetivados, entrariam para as estatísticas de fraudes. No período, foram identificadas 14.118 tentativas de fraude contra o Seguro DPVAT. “Para que se tenha uma ideia do que isso representa, vale dizer que os valores indevidos não pagos nestes primeiros nove meses do ano já correspondem a 96,2% do que deixou de ser pago, pelas mesmas razões, ao longo de todo o ano de 2016 (R$ 770,5 milhões)”, reforça Ismar Tôrres.

 

Veja os ofícios enviados nos links abaixo:

 

OFICIO PRESI 095-2017 - Dep Wilson Filho.pdf

OFICIO PRESI 096-2017 - Dep Rodrigo Martins.pdf

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