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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Boas ideias

Essa vaga não é sua, nem por um minuto

“É só por um minutinho” ou “Eu não vi que era preferencial, vai ser rápido”. Tem muita gente por ai que usa essas justificativas para fazer uso das vagas preferenciais, garantidas para portadores de deficiência física, com dificuldade de locomoção ou idosas com idade superior a 60 anos. A gente nem precisa dizer o quanto isso é errado, não é, pessoal? 😣 Por isso, vamos dedicar esse post para falar das vagas preferenciais e sobre a importância de respeitá-las. É ou não é para compartilhar com todo mundo? 😍

Um direito garantido por Lei

É isso mesmo: o direito às vagas preferenciais é garantido por Lei, mas especificamente pelas Resoluções 303 e 304 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) de 2008. A Legislação de Trânsito também regulamenta o seu uso, obrigando que 2% do total de vagas de estacionamento dos municípios devem ser destinadas a pessoas com deficiência e 5% aos idosos. Olha que legal!

Para quem elas são destinadas?

Alô, galera! As chamadas vagas preferenciais têm um público bastante específico. 😍 Para usufruir desse benefício é necessário ser portador de deficiência física, ter dificuldade de locomoção ou idade superior a 60 anos. Em alguns Estados, a entidade executiva de trânsito ainda estende o direito para mulheres grávidas. Bem bacana, não é? Agora que você já sabe dessas informações, que tal reforçar o respeito a essas vagas? 😉

Como fazer o cadastro?

Se você se encaixa em um dos perfis que a gente citou aqui em cima, faça valer o seu direito! 😉 Para isso, basta obter a credencial para estacionar nas vagas preferenciais, também conhecida como Cartão Defis-DSV no órgão ou entidade executiva de trânsito do seu município de residência, como os DETRANS, Ciretrans ou Superintendências Municipais de Transporte e Trânsito. A gente lembra que ela é válida em todo o território nacional e pode ser utilizada em qualquer veículo em que o beneficiário esteja, sendo ele condutor ou conduzido. \o/

Há incidência de multas em caso de não cumprimento da Lei?

A resposta é sim! A Lei 13.146, também conhecida como Lei Brasileira de Inclusão (LBI), indica que a multa para uso indevido de vagas passa a ser considerada grave, com multa de R$ 127,69. Além do prejuízo financeiro, o motorista que desrespeitar a medida receberá cinco pontos na CNH e poderá ter o veículo guinchado. Então, vale respeitar e muito, galera!

Já dizia o ditado: respeito é bom e todo mundo gosta! \o/ Para fazer valer esse direito, todos nós devemos fazer a nossa parte, dando o exemplo e conscientizando. E você, o que pensa sobre esse tema? Já presenciou alguma situação de desrespeito? Esperamos por você nos comentários! 😉



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O exemplo de Londres

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Imagine uma cidade perfeita, onde o transporte público funciona tão bem que nem se pensa em ter o próprio carro na garagem. Esse plano existe e já está sendo desenvolvido pela prefeitura de Londres. Na contramão da realidade de muitos municípios brasileiros, no ano passado, o prefeito Sadiq Khan decidiu incentivar os londrinos a aderirem as viagens feitas a pé, de bicicleta ou usando transporte público. A ideia do projeto é ampliar para 80%, até 2041, a proporção de deslocamentos mais sustentáveis da população, em comparação aos 64% de agora. Isso significa uma média de 3 milhões a menos de viagens de carro por dia. Bem legal, não é, galera? ;)

O plano para reduzir a dependência do carro foi pensado com base em três temas-chave: tornar as ruas da cidade mais saudáveis e, consequentemente, as pessoas também; diminuir o número de veículos nas ruas incentivando o uso de transporte público para longos trajetos; e planejar o crescimento em novas áreas garantindo que Londres se desenvolva de forma a beneficiar a todos.

De acordo com a própria prefeitura, o projeto ajudará a criar uma cidade mais justa, mais verde, saudável e próspera. Com a iniciativa, espera-se que os londrinos façam pelo menos 20 minutos de viagem ativa todos os dias. O plano pretende, ainda, entregar uma rede de ciclovias em toda a Londres, com novas rotas e infraestrutura aprimorada para combater barreiras ao ciclismo. O objetivo do prefeito é que 70% dos londrinos vivam a 400 metros de uma rota de ciclovia de alta qualidade e segura até 2041.

Também faz parte do projeto diminuir a quantidade de estacionamentos no centro da cidade, uma das áreas mais bem atendida pelos transportes públicos. Os escritórios, por exemplo, deixariam de providenciar vagas para os automóveis de funcionários e visitantes. No lugar de estacionamentos e ruas lotadas de carros, a região ganhará um cenário verde e confortável para os pedestres. A exigência de vagas para bicicletas nas lojas externas também será intensificada.

Mas e aqui no Brasil, como estamos? Apesar de longe da realidade londrina, a prefeitura de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, teve uma iniciativa parecida, através do Plano Plurianual 2018-2021 do município, que adota diversas medidas como respostas a sugestões da sociedade civil e traz a integração entre os planos municipais de curto, médio e longo prazo. Com o projeto, Niterói pretende estender a malha cicloviária para 120 km até 2021, reduzir a média anual de congestionamento nos dias úteis nos horários de pico de 31km para 10,7km, e encurtar em 15 minutos o tempo que os niteroienses levam no trânsito entre a casa e o trabalho.

E você, acha que o projeto de Londres pode ser aplicado ao Brasil de alguma forma? Esperamos por você aqui nos comentários. =)


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Ao anoitecer, cuidado redobrado na direção

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Quando a noite começa a cair, é hora de redobrar a atenção na direção. Isso mesmo! Você sabia que existem horários críticos no dia, quando muitos acidentes de trânsito costumam acontecer? Segundo a Polícia Rodoviária Federal, 30% dos acidentes são registrados no período do anoitecer, entre as 17h e as 20h. O Boletim Estatístico da Seguradora Líder também confirma, de janeiro a setembro, 24% das indenizações pagas por morte e invalidez permanente aconteceram nesse mesmo período.

Dentre os motivos para acidentes neste horário está a baixa visibilidade. Afinal, enquanto o sol se põe, os raios ficam a uma altura que dificulta a visão do motorista, aumentando as chances de acidentes. Neste caso, o mais recomendado é a utilização do quebra-sol do veículo. Se a luminosidade estiver muito forte, os óculos escuros também podem ser uma boa solução, pessoal.

Mas é importante citar que a mudança da iluminação na transição entre o dia e a noite atinge mais do que a sensibilidade do olho humano. Este período, conhecido como “lusco-fusco”, também causa distorção na visão periférica e pode aumentar o sono natural. O coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, lembra que, antes de sair para viagens, além de fazer um check-up no veículo, o motorista deve estar atento e avaliar as suas condições para dirigir.

“Os condutores pegam seus carros sem ter atenção em como estão, se tiveram uma boa noite de sono, por exemplo. É importante ressaltar que o cansaço causa pelo menos 20% dos acidentes nas estradas brasileiras e é responsável por 30% das mortes”, comenta Rodolfo.

Para que as estatísticas não cresçam e acidentes sejam evitados, é preciso ter ainda mais cuidado durante o horário crítico, o anoitecer. Reduzir a velocidade e observar os semáforos são algumas dicas. Além disso, é importante procurar não dirigir cansado, principalmente durante longas viagens. Caso não esteja se sentindo bem, pare e descanse. Às vezes, uma rápida pausa pode fazer toda a diferença. =) O ideal, ainda, é descansar 15 minutos a cada duas horas de direção e, de preferência, evitar pegar estradas durante a noite ou no horário do entardecer.

Gostou das dicas? Compartilhe com a gente aqui nos comentários. Esperamos por você! ;)


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É hora de retrospectiva!

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Você está por dentro das mudanças na legislação do trânsito brasileiro que foram decretadas no ano passado e começaram a valer em 2018? Se não, fica ligadinho no nosso post: aqui estão reunidas as principais mudanças que você precisa saber para começar o ano bem informado sobre as novas regras do trânsito nacional. ;) Vamos nessa?

Em maio de 2017, foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, o Projeto de Lei que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). O objetivo é reduzir em pelo menos 50% as mortes por acidentes de trânsito no prazo de dez anos, além de orientar ações e programas que visem a diminuição dos índices negativos do trânsito em todo o país.

Uma outra novidade bem bacana foi relativa à CNH. A "CNH digital", como está sendo chamada, até o início do mês que vem, já deve estar disponível em todos os DETRANs brasileiros. Armazenada no celular do motorista, ela terá o mesmo valor jurídico do documento em papel e cada Estado ou distrito ficará responsável por definir o seu custo. Além dela, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), aquele que todo motorista recebe após o momento do licenciamento, também ganhará uma alternativa digital. De acordo com a norma, ele deverá ser implantado pelos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal até o final do ano que vem.

2018 também começou com mais uma mudança: agora pedestres e ciclistas também poderão ser multados. É isso mesmo! O DENATRAN definiu que o pedestre que ficar no meio da rua ou atravessar fora da faixa, da passarela ou passagem subterrânea, pagará multa de R$ 44,19. Já os ciclistas que andarem onde a circulação não for permitida ou guiarem de "forma agressiva", receberão multa de R$ 130,16, que é o valor de uma infração média de trânsito. Além da multa, a bicicleta poderá ser apreendida, como um carro.

Acha que acabou por aqui? Ainda não. A partir do final de abril, a punição para motoristas alcoolizados que provocarem morte no trânsito ficará ainda mais rígida. A possível pena irá passar de 2 a 4 anos de prisão para 5 a 8 anos. Com a mudança, a condenação não poderá mais ser substituída pela prestação de serviços comunitários.

A última novidade é a obrigatoriedade de instalação do sistema Isofix, que deverá ser item básico nos modelos inéditos de veículos lançados a partir desse ano. Com um encaixe próprio para a cadeirinha no banco traseiro, esse sistema dispensa o cinto de segurança. O mesmo vale para a obrigatoriedade do cinto de 3 pontos de fábrica em todas as posições nos modelos inéditos.

Gostou de saber todas essas novidades? Compartilhe com a gente a sua opinião. Esperamos por você nos comentários! ;)

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Desenvolvimento urbano sustentável: solução para um trânsito melhor

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Encontrar soluções para a crise da mobilidade urbana é um dos principais desafios do poder público nos dias de hoje, não é mesmo? Diariamente, a população enfrenta horas de deslocamento devido ao trânsito. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, já enfrenta três horários de pico todos os dias, segundo uma pesquisa feita pela Secretaria Estadual de Transporte. Além da manhã e do fim do dia, os cariocas também passaram a enfrentar o horário do rush no trânsito também ao meio-dia, período de almoço e de saída e entrada das escolas.

Uma possível explicação para esse fato é que o uso do transporte individual aumentou. O carro, que antes era utilizado por 25,8% da população, passou a ser opção para 28,5%. Já o transporte coletivo, que era a alternativa para 74,2% das pessoas, teve queda e passou a ser opção para 71,5%.

Além disso, quando questionados pelo IBOPE, a maioria dos moradores de São Paulo (80%) que utilizam o automóvel em seus deslocamentos diários indicaram que deixariam de utilizar o carro se tivessem uma "melhor alternativa de transporte".

Em termos práticos, um automóvel ocupa oito vezes mais espaço para transportar uma pessoa do qualquer outro modal. Por isso, a WRI Cidades Sustentáveis, uma organização que atua em soluções para desenvolvimento urbano inclusivo e sustentável, acredita que a saída para garantir a eficiência da mobilidade urbana é a diversificação. É fundamental, ainda, o incentivo ao transporte ativo – a pé e bicicleta – para que todos de fato ocupem seus espaços na cidade e saiam do uso privado através do transporte coletivo.

Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que todo mundo pode adotar. Confira! ;)

- Caso sua cidade conte com ciclovias, que tal optar pelo transporte em duas rodas?

- Para trajetos mais curtos, uma caminhada, além de mais saudável, contribui bastante com o trânsito.

- Vai de carro? Ofereça carona para quem trabalha com você ou para seus vizinhos e contribua para a diminuição do número de carros nas ruas.

- Se você entra no trabalho em um horário de rush, que tal sair alguns minutos mais cedo e evitar circular em horários mais movimentados?

Ideias e propostas existem e diferentes investimentos podem ser feitos nas cidades a fim de contribuir com a mobilidade. Melhorias nas ciclovias, diversidade e qualidade de modais disponíveis nos grandes centros urbanos estão entre as iniciativas que podem aumentar a qualidade de vida da população. Enquanto isso, cada um de nós pode ajudar o planeta evitando usar o carro e substituindo nossos hábitos por atitudes mais saudáveis e sustentáveis.

E você, como vai para o trabalho, por exemplo? Compartilhe com a gente as suas experiências. ;)


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A cobertura do futuro

Um novo tipo de seguro vem crescendo nos últimos tempos, principalmente depois da multiplicação de ameaças de hackers globais e a maior rigidez da legislação sobre proteção de dados em mercados como o europeu. E aí, já adivinhou do que estamos falando? Estamos falando do ciberseguro, um tipo de cobertura que protege empresas em casos de invasões cibernéticas e vazamentos de informações. O setor está em alta e a expectativa é que, em dois anos, o volume de prêmios pagos salte de apenas R$ 2 milhões para R$ 100 milhões. Surpreendente, não é mesmo?

Mas você sabe exatamente qual é a cobertura do ciberseguro? Ele protege desde a responsabilidade civil por danos causados a clientes até a equipe de negociação com os chamados “sequestradores” virtuais de dados, bem como o eventual resgate, que é pago em bitcoins. Essa força-tarefa tecnológica é posta em operação entre 24 e 48 horas após o ataque, segundo as seguradoras.

Para entender o contexto, essa necessidade de um novo tipo de proteção surgiu impulsionada pelo vírus WannaCry, que atingiu mais de cem países em maio desse ano e provocou prejuízo global estimado em US$ 8 bilhões. Este é considerado o principal catalisador da necessidade de seguro entre as empresas brasileiras. Somente no país, a estimativa é que já tenham sido emitidas entre 60 e 100 apólices, a maioria em 2017. A primeira procura veio de multinacionais, que já têm esse tipo de cobertura no exterior e, como prevê a legislação brasileira, precisam de uma apólice local para estarem cobertas no país.

O mais interessante é que cada ciberseguro de empresa é diferente. Tradicionalmente, ele é adquirido por aquelas que se preocupam com a perda de dados de clientes, como bancos e varejistas, por exemplo.

Ciberseguros no mundo

Os ataques cibernéticos são uma das principais preocupações das empresas em todo o mundo. Na Espanha, por exemplo, as seguradoras, através da patronal Unespa, buscam maneiras para enfrentar o risco de ataques cibernéticos. Entre as ações está a criação de um pool de seguradoras ou o possível envolvimento do Consórcio de Compensação de Seguros nesta cobertura para repartir os riscos e diluir as possíveis perdas da cobertura dos ataques cibernéticos.

Como o mercado de seguros cibernéticos é recente, há uma limitação da oferta das entidades e das coberturas, uma vez que não há estatísticas ou históricos de sinistralidade que permitam calcular os preços adequados e uma previsão das possíveis indenizações futuras. No entanto, os ciberseguros já são realidade e tendência. E você, já conhecia os ciberseguros? Compartilhe com a gente a sua opinião sobre esse assunto. :)


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O futuro do transporte

A tecnologia tem cada vez mais se aprimorado para facilitar a nossa vida, não é mesmo? E isso não poderia ser diferente quando o assunto é transporte público. Todos os anos, países investem em ações que aliam tecnologia e mobilidade urbana para maior conforto dos usuários nas grandes cidades.

Em países como França, Espanha e Alemanha, os meios de transporte automatizados, por exemplo, já são uma realidade, garantindo um salto de qualidade. Iniciativas como essas refletem no aumento da capacidade da frota, menor tempo de espera, maior segurança na operação e diminuição no impacto ambiental. 😉

No Brasil, essa realidade ainda é um pouco diferente e temos muitos pontos a melhorar. Segundo o Instituto Akatu, o país deixa de gerar R$ 90 bilhões por ano com a perda de produtividade dos trabalhadores que passam, pelo menos, meia hora por dia no trânsito. Esse montante é equivalente a 2,5% do PIB. :O Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os moradores das nove maiores regiões metropolitanas do país gastam, em média, 1 hora e 22 minutos por dia no transporte coletivo. A tecnologia poderia ser uma maneira de resolver o problema e encontrar soluções para o nosso sistema de transporte público.

Pensando nisso, vamos conhecer juntos algumas das tendências de mobilidade? \o/

Direção automatizada

Os trens e metrôs operados remotamente por meio de softwares de controle, conhecidos como sistemas driverless, já são uma realidade. Essa automação possibilita programar a velocidade e o intervalo dos trens conforme a necessidade e até determinar o tempo de abertura das portas, pessoal. A tecnologia oferece mais conforto, rapidez e segurança aos usuários.

Em Paris, na França, o metrô é um bom exemplo dos benefícios desse modelo. Inaugurada em 1900, a linha 1, a mais tradicional da cidade, concluiu a migração de sistema em 2013. Com a mudança, os intervalos entre um trem e outro foram reduzidos de 105 segundos para 85 segundos – o que permitiu aumentar a capacidade de passageiros em quase 50%. Como os trens estão perfeitamente sincronizados, a necessidade de fazer paradas bruscas é menor, reduzindo o consumo de energia em 15%. Bem legal, não é?

Planejamento em tempo real

Programas de análise de dados em tempo real têm transformado a rotina do trânsito ao redor do mundo. Os sistemas de monitoramento permitem mudar os padrões do tráfego, reprogramando o intervalo dos semáforos para aliviar congestionamentos. Em Berlim, por exemplo, já é realidade a utilização de um sistema que cruza informações fornecidas por órgãos oficiais para fazer cálculos de curto prazo e assim informar os usuários sobre a situação do trânsito no momento. As informações são exibidas nas paradas de trens e ônibus, estacionamentos públicos e displays espalhados pela cidade.

Conexão com o usuário

O acesso a celulares com mais tecnologia tem tornado os usuários mais conectados, o que abre caminho para sistemas que permitem ao cidadão acompanhar o trânsito nas cidades.

Já existem cidades com sistemas de mobilidade inteligente, onde aplicativos são capazes de mostrar o panorama geral em tempo real da rede de transporte. É o caso de Barcelona, na Espanha, onde o órgão responsável pelos serviços de transporte urbano na cidade implantou um sistema de gestão que calcula o tempo percorrido por ônibus e trens e mantém essa informação permanentemente atualizada e acessível nos sete aplicativos de que dispõem. Com a ferramenta, 90% dos ônibus conseguem cumprir seu horário, mais que o dobro da média de 10 anos atrás. Os passageiros, por sua vez, contam com estimativas de tempo mais precisas para planejar sua viagem, o que aumenta a comodidade.

E você? Qual o seu sonho de consumo tecnológico para ajudar na mobilidade do dia a dia? Conta para a gente aqui nos comentários. 😉


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Empresas se engajam pela educação no trânsito no Brasil e no mundo

Você já sabe que a segurança é assunto sério para todos os personagens do trânsito, não é mesmo? Diferentes empresas do Brasil e do mundo também sabem disso e estão investindo cada vez mais na conscientização de seus públicos com campanhas bem bacanas. Hoje, a gente traz o exemplo da Ambev e da americana AT&T, que criaram ações diferenciadas com o intuito de promover a reflexão sobre atitudes no trânsito que podem gerar consequências graves e provocar acidentes.

No trânsito, nunca estamos sozinhos. Por isso, o motorista deve dedicar todo cuidado e atenção ao conduzir o veículo. É com essa mensagem que a campanha “It Can Wait” (“Isso pode esperar”, numa tradução livre), criada pela AT&T, aborda o tema. Lançada em agosto de 2016, a ação teve início com um vídeo impactante intitulado “The Unseen” (“Despercebido”), contando a história de um pai que, dirigindo o carro com uma criança no banco de trás, recebe uma notificação de mensagem no celular. O final é surpreendente. Para conferir a história completa, clique aqui e depois conta para a gente nos comentários o que achou.😉

Além disso, a empresa desenvolveu um site sobre a campanha e um aplicativo gratuito que permite silenciar mensagens de texto, ligações e alertas para que o motorista mantenha o foco em dirigir, enquanto conduz o veículo. Para conferir, é só clicar.

Já a Ambev, uma das maiores empresas do segmento de bebidas do nosso país, desenvolveu um estudo sobre a segurança no trânsito no Brasil. O material apresenta estatísticas com base em informações de análises próprias e compara com dados globais da Organização das Nações Unidas (ONU).  O objetivo? Contribuir para a produção de políticas públicas efetivas de combate a acidentes no Brasil. Olha que legal, pessoal! 😉

Outro exemplo que a gente trouxe para você veio direto da Cidade Luz, Paris! O Serviço de Segurança Rodoviária da França inovou ao criar uma campanha chamada “Colisão Virtual”. Por lá, as estatísticas são alarmantes: 4.500 pedestres perdem a vida em acidentes de trânsito anualmente. Para chamar a atenção dos parisienses, um totem emitia som de freada brusca quando o pedestre cruzava o sinal vermelho ou não atravessava na faixa, assustando quem desrespeitava a sinalização. Na sequência, a peça também tirava foto e flagrava a expressão do desavisado. Foi uma ação ousada e impactante, mas bem oportuna para chamar a atenção de moradores de uma metrópole tão sofisticada quanto Paris. Fica a dica para conferir o link da campanha aqui. 😉

Todas essas ações são muito importantes quando vemos que, de acordo com dados do Seguro DPVAT, somente no terceiro trimestre de 2017, o número de casos de morte no trânsito apresentou crescimento de 29% em relação ao mesmo período do ano anterior. Sabemos que ainda há muito a ser feito quando o assunto é educação de motoristas, motociclistas e pedestres, mas com inspirações tão legais como essas, acreditamos que a gente chega lá. 😉

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Confira dicas para manter o bem-estar no trânsito

Você sabia que ontem foi o Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida? Como o próprio nome já diz, a data foi criada para promover práticas saudáveis e melhorar nossa qualidade de vida. Pegando carona nessa ideia, separamos algumas dicas para ajudar os nossos leitores a ter hábitos mais saudáveis e aumentar o bem-estar dentro e fora do trânsito. Olha só: - O cuidado com a postura é muito importante. Afinal, ninguém gosta de ficar com dor nas costas, né? Uma ótima dica é aproveitar os congestionamentos para se alongar: mexer o pescoço, os punhos e flexionar e estender os pés. Além disso, a boa é tentar manter a coluna reta e encostada no banco.- Para manter a atenção no volante é recomendável ter uma boa noite de sono. De preferência, de sete a oito horas dormindo. Assim, dá pra ter mais disposição e energia durante as viagens.- Ouvir música é uma opção que pode ajudar a reduzir o estresse. Só não vale colocar o volume nas alturas, porque acaba tirando a atenção no trânsito;- Praticar atividades físicas com frequência e manter uma alimentação mais saudável – com frutas, verduras e pouca gordura – ajuda a diminuir o risco de doenças e aumenta a qualidade de vida. Que tal trocar o carro pela bicicleta pelo menos uma vez por semana e começar a se exercitar? Acordar um pouco mais cedo para caminhar no fim de semana também conta! ;)E aí? Quais dessas dicas você vai adotar no seu dia a dia? Conta pra gente nos comentários o que você faz pra ter uma vida mais saudável! No próximo post sobre o assunto a gente compartilha a sua sugestão. ;)

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Conheça os parklets, as minipraças das cidades

Qual foi a última vez que você saiu de casa, foi para um parque ou uma praça da sua cidade e curtiu o tempo livre? Se não consegue se lembrar, fique tranquilo. Você não está sozinho nessa! Com o dia a dia cada vez mais corrido, a gente fica mesmo sem tempo pra aproveitar espaços públicos bacanas em nossas cidades.

Foi nesse cenário que surgiram os parklets, minipraças construídas próximas às calçadas ou em vagas de estacionamento com o objetivo de melhorar o uso do espaço público e oferecer um lugar de convívio entre as pessoas.

Por ser uma área de lazer e convivência, o parklet aumenta a interação social e estimula a prática da caminhada. Em alguns casos, o espaço ainda pode ter bancos, floreiras ou equipamentos de ginástica.

A ideia surgiu em 2005, na cidade de São Francisco,nos Estados Unidos. No Brasil, a primeira cidade a receber as minipraças foi São Paulo, em 2013, por uma iniciativa da ONG Mobilidade Verde. Hoje, cidades como Rio de Janeiro e Salvador também já aderiram à novidade.

Além de estimular o convívio público, o parklet tem outras vantagens. Olha que legal:

- Contribui para a sustentabilidade das cidades, pois é feito com material sustentável;

- É prático, já que as peças são pré-fabricadas e desmontáveis;

- E também dá aquela mãozinha para o comércio local, já que atrai visitantes em busca de uma experiência agradável. ;)

E você? Toparia passar uns minutinhos nos parklets? Tem alguma iniciativa parecida onde você mora? Conta pra gente! ;)

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