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Viver Seguro no Trânsito

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  • Nos últimos dez anos, mais de 4 milhões de indenizações do Seguro DPVAT foram pagas

    A Seguradora Líder publicou, recentemente, um balanço de 10 anos de indenizações pagas do Seguro DPVAT por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares. O documento que, num primeiro olhar parece apenas um somatório de números e gráficos, na realidade revela uma tragédia que passa quase desapercebida por maior parte da sociedade e até dos meios de comunicação: a violência no trânsito.

    Durante a última década, a base estatística da Seguradora Líder já soma mais de 4 milhões de indenizados por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, números que contemplam principalmente jovens na faixa dos 18 a 34 anos, afetando tragicamente a sociedade e a economia do nosso país.

    Podemos afirmar que este é um cenário de guerra, provocado não por armas letais ou químicas, não por tanques ou mísseis, mas pela imprudência, imperícia e impunidade dos homens e suas máquinas sobre rodas.

    Mais do que desmembrar os dados e entender onde estão os principais problemas e causas, como poderíamos destacar o aumento dos acidentes com motocicletas e pedestres, o que é importante é entender é porque os acidentes de trânsito parecem não sensibilizar a sociedade com tantos milhões de pessoas afetadas direta ou indiretamente todos os anos.

    Por que somos tão insensíveis a esse tema? Nesse sentido, insisto na mesma tecla: precisamos humanizar os números, mostrar as histórias que estão por trás deles. Isso precisa ser feito nas campanhas educativas, nas reuniões com pais e filhos nas escolas, nas próprias aulas dos professores, nas igrejas ou templos de todas as religiões. Precisamos mostrar que esse drama está muito próximo de todos nós, nas pessoas que nos cercam e que não existe raça, credo ou classe social que esteja a salvo enquanto não humanizarmos o trânsito.

    Como diz a velha frase, o trânsito é feito de pessoas, mas parece que esquecemos disso quando assumimos o volante de um veículo, embarcamos como passageiros ou caminhamos como pedestres.

    É como se uma vez no trânsito não fizéssemos mais parte dos seres humanos, somos seres híbridos, em que homem e máquina se confundem. Perdemos a humanidade e talvez, por isso, todos os anos perdemos tantas vidas nos acidentes de trânsito.






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